Habitualmente o segundo passo é o equilíbrio de cores e luminosiades, e, caso seja necessário efectuar alterações, estas são feitas dentro do "IrfanView", onde o equilíbrio é muito fácil de obter, bastando deslizar um pequeno cursor e vendo-se imediatamente qual o resultado, sendo, naturalmente, aconselhável ganhar alguma prática e ir gravando os passos intermédios para o caso de se optar por revertê-los.
O "FotoCanvas", uma muito antiga versão 2.0, apenas costuma ser usado caso algum dos filtros de "blur" sejam necessários, o que acontece quando se pretende esbater uma zona limitada, como parte do fundo, fundindo alguns elementos, amenizando curvas ou contrastes ou suavizando algunmas formas, sendo de uso pouco frequente face às nossas necessidades.
A fase final, caso seja esta a opção, pode ser a aplicação de um filtro, para o que recorremos ao "Fotor", que possui uma galeria interessante e variada, podendo dar a uma foto um aspecto completamente diferente, dando-lhe uma aparência mais antiga, como que proveniente de uma câmara analógica, ou criando um ambiente completamente diferente, mudando de uma só vez, e na graduação pretendida, todo um conjunto de factores.
Tendemos a utilizar este conjunto de programas, por vezes mais do que uma vez em cada foto, caso seja necessário um maior número de passos e a sequência destes implique o recurso a funcionalidades em programas diferentes, mas estamos certos de que, para quem invista na aprendizagem em profundidade de um único programa com maior potencial, o número de passos diminua substancialmente.
terça-feira, janeiro 19, 2016
segunda-feira, janeiro 18, 2016
Apenas mau tempo... - 3ª parte
O descarrilamento de um combóio regional, na linha da Beira Alta, perto de Mangualda, após colisão com obstáculos que se encontravam na linha, como consequência do desprendimento de uma barreira, incapaz de suportar o peso da água infiltrada nos terrenos que suporta, algo que pode facilmenta acontecer numa grande extensão, onde condições similares se verificam, agravadas pela perda de vegetação resultante dos fogos florestais.
Um conjunto de seis excursionistas, em dois grupos de três, ficou perdido na serra do Gerês, como resultado do mau tempo, sobretudo da falta de visibilidade, obrigando a uma complexa operação de socorro, que se prolongou durante uma dúzia de horas, sendo necessário transportar de maca um excursionista, impossibilitado de se mover após uma situação de hipotermia.
Neste caso concreto, face às previsões meteorológicas e o estado do tempo, a irresponsabilidade por parte de quem arrisca, colocando igualmente em perigo a vida de outros, caso, tal como sucedeu, algo corra mal, deve ser censurada e apontada como um exemplo de uma prática muito comum entre nós, não apenas neste tipo de situação ou actividade, mas em muitas outras, onde se insiste em comportamentos de risco.
Acresce, obviamente, o comprometimento de meios, neste caso um total de 70 efectivos, a que, de outra forma, teriam sido atribuidas outras missões de socorro, secundarizadas por não haver vidas humanas em risco, mas igualmente essenciais e que visam proteger o património de quem, sem em nada ter contribuido para a situação em que se encontra, se encontra em risco de perder bens valiosos.
Um conjunto de seis excursionistas, em dois grupos de três, ficou perdido na serra do Gerês, como resultado do mau tempo, sobretudo da falta de visibilidade, obrigando a uma complexa operação de socorro, que se prolongou durante uma dúzia de horas, sendo necessário transportar de maca um excursionista, impossibilitado de se mover após uma situação de hipotermia.
Neste caso concreto, face às previsões meteorológicas e o estado do tempo, a irresponsabilidade por parte de quem arrisca, colocando igualmente em perigo a vida de outros, caso, tal como sucedeu, algo corra mal, deve ser censurada e apontada como um exemplo de uma prática muito comum entre nós, não apenas neste tipo de situação ou actividade, mas em muitas outras, onde se insiste em comportamentos de risco.
Acresce, obviamente, o comprometimento de meios, neste caso um total de 70 efectivos, a que, de outra forma, teriam sido atribuidas outras missões de socorro, secundarizadas por não haver vidas humanas em risco, mas igualmente essenciais e que visam proteger o património de quem, sem em nada ter contribuido para a situação em que se encontra, se encontra em risco de perder bens valiosos.
domingo, janeiro 17, 2016
Land Rover Owners de Fevereiro de 2016 já nas bancas
Já chegou aos locais de venda habituais a edição de Fevereiro de 2016 da Land Rover Owners International, com o destaque de capa a pertencer aos modelos de Land Rover utilizados no mais recente filme da série "007", "Spectre", que contou, entre outros, com a participação de alguns Defender muito modificados, para além de Range Rover, estes mais de acordo com o formato original.
Dado que adquirir um dos veículos usados, e que sobreviveram ao filme, um artigo explica como se pode proceder às extensas modificações que permitem obter algo muito próximo dos Land Rover que tiveram tanto destaque nalgumas cenas do filme, tal como anteriormente tiveram no "Tomb Raider", cujo Defender também deu origem a numerosas réplicas.
Um "Forward Control" adaptado a veículo de expedições, expedições, entre elas uma à Islândia, onde muitas das paisagens lunares apenas podem ser alcançadas num 4x4, a reconstrução de um "Lightweigh" ou a evolução de dois Defender 110 com caixa automática, são igualmente de leitura interessante.
Acresce, como sempre, a apresentação e uma breve crítica de alguns novos produtos, reforçados pelas numerosas páginas de publicidade temática, para além de muitos outros artigos de ordem técnica, num conjunto de artigos equilibrado, com muitos motivos de interesse.
Dado que adquirir um dos veículos usados, e que sobreviveram ao filme, um artigo explica como se pode proceder às extensas modificações que permitem obter algo muito próximo dos Land Rover que tiveram tanto destaque nalgumas cenas do filme, tal como anteriormente tiveram no "Tomb Raider", cujo Defender também deu origem a numerosas réplicas.
Um "Forward Control" adaptado a veículo de expedições, expedições, entre elas uma à Islândia, onde muitas das paisagens lunares apenas podem ser alcançadas num 4x4, a reconstrução de um "Lightweigh" ou a evolução de dois Defender 110 com caixa automática, são igualmente de leitura interessante.
Acresce, como sempre, a apresentação e uma breve crítica de alguns novos produtos, reforçados pelas numerosas páginas de publicidade temática, para além de muitos outros artigos de ordem técnica, num conjunto de artigos equilibrado, com muitos motivos de interesse.
sábado, janeiro 16, 2016
Não esquecer a História, o "Mein Kampf" - 2ª parte
No fundo, o pensamento contido num volumoso livro poderia ser expresso ou resumido num pequeno opúsculo, de tal forma é repetitivo, centrando-se continuamente no mesmo foco, razão pela qual a leitura se torna difícil, cansativa e fastidiosa, correndo-se o risco de, face ao cansaço, a filtragem se tornar menos exigente ou rigorosa, perdendo-se perspectiva crítica, talvez o porquê de tão pouca substância ocupar tantas páginas.
Neste caso concreto, estamos perante uma edição anotada por David Cameron Watt, um historiador de renome que, em 1969, decidiu publicar uma versão onde confronta o texto com o enquadramento e a realidade histórica, desmentindo diversas afirmações constantes do livro e contextualizando outras.
Em 1991, face a novas descobertas, Watt reviu as anotações constantes da edição original, integrando as descobertas efectuadas desde a primeira edição, sendo esta versão a que consta dos dois volumes agora publicados pela Sábado nos dias 14 e 21 deste mês.
Ao preço habitual da revista, acrescem 2.90 Euros, num total que, tratando-se de uma tradução completa e anotada do "Mein Kampf", é um preço acessível para uma obra polémica, de nível literário mais que discutível, que constitui um forte alerta para os perigos da ignorância e da omissão.
Neste caso concreto, estamos perante uma edição anotada por David Cameron Watt, um historiador de renome que, em 1969, decidiu publicar uma versão onde confronta o texto com o enquadramento e a realidade histórica, desmentindo diversas afirmações constantes do livro e contextualizando outras.
Em 1991, face a novas descobertas, Watt reviu as anotações constantes da edição original, integrando as descobertas efectuadas desde a primeira edição, sendo esta versão a que consta dos dois volumes agora publicados pela Sábado nos dias 14 e 21 deste mês.
Ao preço habitual da revista, acrescem 2.90 Euros, num total que, tratando-se de uma tradução completa e anotada do "Mein Kampf", é um preço acessível para uma obra polémica, de nível literário mais que discutível, que constitui um forte alerta para os perigos da ignorância e da omissão.
sexta-feira, janeiro 15, 2016
Apenas mau tempo... - 2ª parte
A interrupção de vias de circulação, seja por terem ficado inundadas, seja porque se verificaram abatimentos do pavimento, acabam por ser encaradas com normalidade, sendo patente a falta de assumir responsabilidades por parte de quem tem capacidade decisional e, mesmo que por omissão, contribuiu para o agravar de situações facilmente previsíveis.
Na sua maioria, estes responsáveis, na sua maioria autarcas, refugia-se atrás das condições meteorológicas ou aponta noutra direcção, como o salientar que o importante é que não houve vítimas, esquecendo que, para muitos dos afectados, não tendo sido atingidos fisicamente, terão visto o seu futuro comprometido face à perda de bens e meios de subsistência, o que pode ser tão ou mais grave quanto um tipo de dano pessoal.
Mas se as inundações não causaram vítimas, aquelas que resultaram de acidentes rodoviários, seis num único dia, na sua maioria ocorridos durante períodos de chuva intensa em vias consideradas perigosas, aponta, mais do que para o estado do tempo, para a concepção das próprias vias e, naturalmente, do comportamento dos respectivos utentes.
O acidente no IP 3, com a morte do condutor de um veículo pesado, é exemplo de uma via mal concebida, onde existem manifestas e reconhecidas dificuldades de escoamento de água, agravadas por zonas de grande inclinação, onde as travagens são complexas e a probabilidade de despiste e colisão é elevada.
Na sua maioria, estes responsáveis, na sua maioria autarcas, refugia-se atrás das condições meteorológicas ou aponta noutra direcção, como o salientar que o importante é que não houve vítimas, esquecendo que, para muitos dos afectados, não tendo sido atingidos fisicamente, terão visto o seu futuro comprometido face à perda de bens e meios de subsistência, o que pode ser tão ou mais grave quanto um tipo de dano pessoal.
Mas se as inundações não causaram vítimas, aquelas que resultaram de acidentes rodoviários, seis num único dia, na sua maioria ocorridos durante períodos de chuva intensa em vias consideradas perigosas, aponta, mais do que para o estado do tempo, para a concepção das próprias vias e, naturalmente, do comportamento dos respectivos utentes.
O acidente no IP 3, com a morte do condutor de um veículo pesado, é exemplo de uma via mal concebida, onde existem manifestas e reconhecidas dificuldades de escoamento de água, agravadas por zonas de grande inclinação, onde as travagens são complexas e a probabilidade de despiste e colisão é elevada.
quinta-feira, janeiro 14, 2016
Não esquecer a História, o "Mein Kampf" - 1ª parte
No início do ano prescreveram os direitos de autor do "Mein Kampf", o livro ditado por Adolf Hitler ao seu secretário durante o período que passou na prisão de Landsberg após o golpe falhado de Munique, pelo que a publicação desta obra é hoje mais simples, deixando de implicar a inclusão de um prefácio explicativo, condenando o regime nazi, bem como o pagamento de direitos ao Estado da Baviera, o que agiliza em muito todo o processo.
Dificilmente uma obra poderá ter um impacto maior no estabelecimento objectivo do conjunto de princípios que determinam a ideologia nazi do que o "Mein Kampf", e da sua leitura atenta sobressaem as diversas motivações racistas, políticas e ideológicas que orientaram uma governação cujas consequências são conhecidas.
Ler este livro, conhecer os fundamentos de um regime que praticou crimes que vão para além do imaginável, será a melhor forma de evitar que um processo complexo e sinuoso, por vezes de difícil de explicar e mais ainda de entender, seja deturpado pela ignorância e renasça, eventualmente sob uma forma ou aspecto onde as principais diferenças não se encontram nos conteúdos.
O "Mein Kampf" não é um livro convencional, é um extenso panfleto, insistente e repetitivo, onde se mistura um reduzido conjunto de ideias muito básicas, que servem de base a diversas variações e extrapolações, que se torna perigoso face à simplicidade dos princípios primários, revelações de carácter messeânico e na força resultante da própria repetição de conceitos, mesmo que sob diferentes formas, mas que visam um mesmo fim.
Dificilmente uma obra poderá ter um impacto maior no estabelecimento objectivo do conjunto de princípios que determinam a ideologia nazi do que o "Mein Kampf", e da sua leitura atenta sobressaem as diversas motivações racistas, políticas e ideológicas que orientaram uma governação cujas consequências são conhecidas.
Ler este livro, conhecer os fundamentos de um regime que praticou crimes que vão para além do imaginável, será a melhor forma de evitar que um processo complexo e sinuoso, por vezes de difícil de explicar e mais ainda de entender, seja deturpado pela ignorância e renasça, eventualmente sob uma forma ou aspecto onde as principais diferenças não se encontram nos conteúdos.
O "Mein Kampf" não é um livro convencional, é um extenso panfleto, insistente e repetitivo, onde se mistura um reduzido conjunto de ideias muito básicas, que servem de base a diversas variações e extrapolações, que se torna perigoso face à simplicidade dos princípios primários, revelações de carácter messeânico e na força resultante da própria repetição de conceitos, mesmo que sob diferentes formas, mas que visam um mesmo fim.
quarta-feira, janeiro 13, 2016
Promoções para automóveis no Lidl
Periodicamente, surgem promoções de equipamentos e acessórios nas lojas da cadeia Lidl, compostas, na sua maioria, por repetições sucessivas, com preços que tendem a diminuir, concretamente a nível de tudo o que inclua electrónica, mas acrescendo algumas novidades que podem ser interessantes, estando disponíveis a partir de 5ª feira, dia 14 de Janeiro.
Nesta época de Inverno, alguns equipamentos serão mais interessantes, como as escovas para o limpa parabrisas, o carregador de bateria, que tende a descarregar mais nesta época do ano, um acessório para limpeza interna do parabrisas, destinado a eliminar o embaciamento, ou mesmo uma protecção térmica, útil quanto o tempo está demasiadamente frio ou quente.
O conhecido sistema de mãos livres por "bluetooth", que encaixa na tomada de isqueiro, é bastante útil, e pode evitar multas, com o topo em termos tecnológicos a ir para os dois modelos de lanternas, ambas recarregáveis e com diversos modos de operação, particularmente úteis em caso de emergência.
Outros equipamentos mais banais, como o organizador para porta bagagens, termómetro digital, suporte universal para telemóvel e alguns acessórios de carregamento, bem como alguns equipamentos mais adequados a garagens ou pequenos items utilitários, completam uma oferta variada, destinada a melhorar a vida dentro de um veículo.
Nesta época de Inverno, alguns equipamentos serão mais interessantes, como as escovas para o limpa parabrisas, o carregador de bateria, que tende a descarregar mais nesta época do ano, um acessório para limpeza interna do parabrisas, destinado a eliminar o embaciamento, ou mesmo uma protecção térmica, útil quanto o tempo está demasiadamente frio ou quente.
O conhecido sistema de mãos livres por "bluetooth", que encaixa na tomada de isqueiro, é bastante útil, e pode evitar multas, com o topo em termos tecnológicos a ir para os dois modelos de lanternas, ambas recarregáveis e com diversos modos de operação, particularmente úteis em caso de emergência.
Outros equipamentos mais banais, como o organizador para porta bagagens, termómetro digital, suporte universal para telemóvel e alguns acessórios de carregamento, bem como alguns equipamentos mais adequados a garagens ou pequenos items utilitários, completam uma oferta variada, destinada a melhorar a vida dentro de um veículo.
terça-feira, janeiro 12, 2016
Alguns programas para manipulação de fotos - 2ª parte
Um último programa que usamos é o "FotoCanvas" da ACD Systems, que inclui um conjunto de funcionalidades interessantes em termos de manipulação de imagem, com alguns filtros bastante úteis, como o "Blur" e "Gaussian Blur", mas que também possui, de forma mais ou menos práticas, as funções do "Paint" e mesmo do "IrfanView", complementando-os sempre que necessário.
Com excepção deste último programa, todos os restantes são gratuitos, podendo ser descarregados da Internet ou, no caso do "Paint" estar incluido nos sistemas operativos da família Windows, e mesmo o "FotoCanvas" vinha, em muitos casos, incluido no conjunto de "software" fornecido com alguns equipamentos, pelo que, quando tal sucedia, era também grátis.
Muitos destes programas possuem funções duplicadas, mas o facto é que a forma como as funcionalidades estão implementadas são distintas, podendo alguns ter a função necessária para um dado efeito mais acessível ou mais apurada do que outros, o que justifica o seu uso para um dado efeito, sobretudo quando não se pretendem outras modificações.
Para obter um formato inicial de trabalho, tendencialmente recorremos ao "Paint", que permite obter a imagem na dimensão pretendida e omitindo as zonas que pretendemos eliminar, podendo, também, ser útil nalgumas funções muito básicas a nível de retoques, mas o facto de não implementar outras funcionalidades obriga a, após esta fase inicial, dar lugar a um segundo passo efectuado com outro programa.
Com excepção deste último programa, todos os restantes são gratuitos, podendo ser descarregados da Internet ou, no caso do "Paint" estar incluido nos sistemas operativos da família Windows, e mesmo o "FotoCanvas" vinha, em muitos casos, incluido no conjunto de "software" fornecido com alguns equipamentos, pelo que, quando tal sucedia, era também grátis.
Muitos destes programas possuem funções duplicadas, mas o facto é que a forma como as funcionalidades estão implementadas são distintas, podendo alguns ter a função necessária para um dado efeito mais acessível ou mais apurada do que outros, o que justifica o seu uso para um dado efeito, sobretudo quando não se pretendem outras modificações.
Para obter um formato inicial de trabalho, tendencialmente recorremos ao "Paint", que permite obter a imagem na dimensão pretendida e omitindo as zonas que pretendemos eliminar, podendo, também, ser útil nalgumas funções muito básicas a nível de retoques, mas o facto de não implementar outras funcionalidades obriga a, após esta fase inicial, dar lugar a um segundo passo efectuado com outro programa.
segunda-feira, janeiro 11, 2016
Apenas mau tempo... - 1ª parte
Apesar do nível de alerta, mais que justificável nalgumas zonas, sobretudo no Norte do País, dificilmente se pode estabelecer que todos os danos e acidentes verificados nestes dias resultam apenas do rigor das condições meteorológicas, tendo que se atribuir a acção humana grande parte da responsabilidade.
As consequências são múltiplas, tal como as causas, que resultam de uma extensa combinação de factores, alguns de muito fácil intuição, outros mais complexos, que resultam da interacção e potenciação múltipla de um conjunto de factores que concorrem para um mesmo fim, os quais, parecendo cada um pouco relevante ou mesmo inóquo, em conjunto revelam-se particularmente perigosos, revelando um grande grau de imprevisibilidade.
Com várias centenas de ocorrências reportadas e a requerer intervenção por parte das entidades ligadas ao socorro, na sua maioria como resultado de inundações, mas também para socorrer vítimas de acidentes rodoviários e mesmo de um descarrilamento ferroviário, estes dias de mau tempo têm vindo a provocar danos dificilmente justificáveis sem toda uma conjuntura desfavorável resultante da intervenção humana.
Nas inundações reportadas, que para muitos parecem inevitáveis, estão bem patentes as consequências da falta de ordenamento do território e da autorização para a realização de obras inadequadas, em locais e condições que comprometem a segurança de toda a área circundante, promovendo a acumulação de água, impossibilidade de ser escoada pelos múltiplos obstáculos que foram sendo edificados.
As consequências são múltiplas, tal como as causas, que resultam de uma extensa combinação de factores, alguns de muito fácil intuição, outros mais complexos, que resultam da interacção e potenciação múltipla de um conjunto de factores que concorrem para um mesmo fim, os quais, parecendo cada um pouco relevante ou mesmo inóquo, em conjunto revelam-se particularmente perigosos, revelando um grande grau de imprevisibilidade.
Com várias centenas de ocorrências reportadas e a requerer intervenção por parte das entidades ligadas ao socorro, na sua maioria como resultado de inundações, mas também para socorrer vítimas de acidentes rodoviários e mesmo de um descarrilamento ferroviário, estes dias de mau tempo têm vindo a provocar danos dificilmente justificáveis sem toda uma conjuntura desfavorável resultante da intervenção humana.
Nas inundações reportadas, que para muitos parecem inevitáveis, estão bem patentes as consequências da falta de ordenamento do território e da autorização para a realização de obras inadequadas, em locais e condições que comprometem a segurança de toda a área circundante, promovendo a acumulação de água, impossibilidade de ser escoada pelos múltiplos obstáculos que foram sendo edificados.
domingo, janeiro 10, 2016
Termina o suporte para as versões 8, 9 e 10 do "Internet Explorer"
A Microsoft anunciou que o suporte para as versões 8, 9 e 10 do "Internet Explorer" termina no dia 12 deste mês, mantendo apenas o suporte para a versão 11, que, por questões de compatibilidade, continuará a ser mantida por um período indetermindado mas que, após o lançamento do "Edge", deverá ser limitado.
Em consequênicia, os utilizadores são aconselhados a fazer a actualização para um navegador mais recente, com menos problemas de segurança e mais funcionalidades o que, para quem utiliza sistemas operativos mais antigos, pode pode passar pelo "upgrade" do próprio sistema operativo ou pela adopção de um "browser" completamente diferente.
Esta decisão da Microsoft era inevitável, vindo na sequência do fim de suporte de diversos produtos, inclusivé sistemas operativos, para os quais foram concebidas estas versões do "Internet Explorer", sendo que manter um investimento constante num produto obsoleto e potencialmente perigoso para o próprio utilizador e que permite, mais facilmente, constituir-se como um foco de infecções ou envio de "spam", comprometendo a segurança de outros, era obviamente contraproducente.
Assim, é de efectuar a actualização deste conjunto de "browsers" antigos e vulneráveis para uma versão mais recente, obviamente compatível e tão integrada quanto possível no sistema operativo utilizado, e que seja igualmente compatível com os "sites" visitados, para o que existem diversas opções, desde o recente "Edge" às versões actualizadas do "Chrome" ou do "Firefox".
Em consequênicia, os utilizadores são aconselhados a fazer a actualização para um navegador mais recente, com menos problemas de segurança e mais funcionalidades o que, para quem utiliza sistemas operativos mais antigos, pode pode passar pelo "upgrade" do próprio sistema operativo ou pela adopção de um "browser" completamente diferente.
Esta decisão da Microsoft era inevitável, vindo na sequência do fim de suporte de diversos produtos, inclusivé sistemas operativos, para os quais foram concebidas estas versões do "Internet Explorer", sendo que manter um investimento constante num produto obsoleto e potencialmente perigoso para o próprio utilizador e que permite, mais facilmente, constituir-se como um foco de infecções ou envio de "spam", comprometendo a segurança de outros, era obviamente contraproducente.
Assim, é de efectuar a actualização deste conjunto de "browsers" antigos e vulneráveis para uma versão mais recente, obviamente compatível e tão integrada quanto possível no sistema operativo utilizado, e que seja igualmente compatível com os "sites" visitados, para o que existem diversas opções, desde o recente "Edge" às versões actualizadas do "Chrome" ou do "Firefox".
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