terça-feira, agosto 26, 2008

INEM continua formar técnicos que não emprega - 1ª parte


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Uma VMER do INEM

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) continua a formar técnicos de ambulância de emergência (TAS) que depois de devidamente qualificados, não acaba por não contratar.

As estimativas atuais apontam para perto de 1.500 TAS formados que não exerçam uma actividade compatível com a formação recebida, orçada entre 500 e 1.000 euros para cada elemento.

Esta situação, da qual resulta perto de 1.500.000 de euros em formação que não é rentabilizada no próprio Instituto, deve-se ao sistema de concursos previstos, que obriga os concorrentes seja a formações sucessivas, mas também que desenvolve cursos que forma elementos para os quais não existem vagas no INEM.

Apesar de ser, pelo menos aparentemente, um desperdício a nível financeiro, consideramos que a existência de indivíduos qualificados como TAS, mesmo que não exercendo as funções para as quais foram formados, como um benefício para a sociedade, dado que estes estão em condições de intervir em situações onde os seus conhecimentos podem salvar vidas humanas.

Não será este o propósito do INEM e, menos ainda, a metodologia adequada, mas a formação ministrada não pode ser considerada em absoluto como um desperdício, podendo, se os formandos forem devidamente enquadrados, vir a revestir-se de aspectos positivos que poderão ser considerados como um investimento na segurança dos cidadãos.

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