quarta-feira, outubro 26, 2011

Em teste, uma réplica do Land Rover Phone - 10ª parte

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Uma modelo "dual SIM" do Land Rover Phone

Ainda mais duvidoso é a estanquicidade, que parece restringir-se à tampa do compartimento da bateria e dos conectores dos auriculares e alimentação, abrangendo aparentemente a câmara e o foco, mas que não parece estender-se ao teclado, microfone e altifalante, algo que parece evidente com a passagem de iluminação interior para o exterior.

Também a navegação e a disposição dos menus, que infelizmente não são circulares, não é a mais fácil e algumas opções surgem em locais ou numa sequência menos adequada, aumentando o período de adaptação e a falta de uma tecla de "scroll" torna mais lenta e menos práticas algumas operações.

O maior problema com que nos defrontamos foi, efectivamente, a dificuldade de configuração, resultado de um manual com escassa informação, menus com uma tradução inadequada, mesmo para o inglês, e o pouco apoio dado pela TMN, que remeteu para pesquisas na Internet quaisquer explicações.

Esta questão, que implicou algum trabalho de investigação, resultou num texto recentemente publicado, versando o operador que presta o serviço de comunicações que utilizamos, sendo obviamente efectuar um trabalho semelhante caso algum dos nossos leitores recorra a outro prestador de serviços.
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