sábado, junho 22, 2013

Fluido não aquoso para radiadores da Evans - 2ª parte

Image Hosted by Google Sobreaquecimento de um sistema de refrigeração

Aliás, o número de bombas de água danificadas e rupturas nos circuitos de refrigeração demonstra que o uso de fluídos aquosos tem perigos, e as consequências de uma falha no sistema de refrigeração podem bem ser fatais para um motor, podendo mesmo determinar o seu fim.

A Evans apresentou uma linha de produtos para automóveis, sem base aquosa, que podem ser utilizados com temperaturas que vão desde os -40º aos +180º, muito mais elevado do que os que são baseados em água, tendo vindo a distribuí-lo e aperfeiçoá-lo ao longo de anos, possuindo agora uma linha completa com numerosas opções.

Estão disponíveis diversos produtos, para fins específicos, que incluem uma linha convencional, adequada à maioria dos veículos actuais, incluindo clássicos e mesmo modelos mais antigos, outra para utilizações mais exigentes, como tractores, geradores ou máquinas agrícoloas ou industriais, uma para competição ou desempenho elevado, e, finalmente, outra para a aeronáutica, de modo a que seja possível selecionar o mais adequado ao motor.

As vantagens são óbvias, nomeadamente a nível da eliminação da corrosão, diminuição da pressão e da actividade electrostática, maior eficiência do motor, como resultado de uma temperatura mais baixa e constante, bem como uma muito maior protecção do motor a nível térmico, algo essencial sabendo-se que será esta vertente a responsável por 50% das avarias de maior gravidade.
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