sexta-feira, junho 25, 2010

Metade dos postos SOS das estradas desactivados - 3ª parte

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Uma das IP que terão portagens

Se ao invés de encerrar postos, a opção fosse de manter o mesmo número, ou mesmo flexibilizá-lo, redistribuindo os postos pelos locais onde possam ser mais úteis, seja directamente, seja porque, mesmo como equipamentos redundantes contribuem para uma maior segurança dos utentes das vias, a utilidade destes equipamentos como factor de confiança e auxílio no socorro justificaria a sua manutenção, sem que daí adviesse um susbtancial incremento dos custos.

Também uma evolução técnica, que incluisse, por exemplo, um sistema adicional de videovigilância, paineis avisadores ou, no limite inferior, amplificação ou retransmissão do sinal GSM onde este seja mais fraco, de modo a que exista um contacto permanente com os automobilistas.

No entanto, gerida de forma empresarial e actualmente defecitária, é notório que a opção foi a de limitar os gastos, cortando num sistema que é reconhecidamente pouco utilizado, mas que, quando o é, pode contribuir para salvar vidas humanas.
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