quarta-feira, setembro 22, 2010

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Um incêndio florestal em Portugal

A ideia de que a os incendiários são detidos quase imediatamente após perpretrarem crimes de incendiarismo, comum à maioria da população, é contrariada pelas recentes detenções efectuadas pela Polícia Judiciária (PJ), que deteve duas pessoas semanas após terem incendiado fogos florestais.

Estes dois incendiários, de 16 e 26 anos, respectivamente, terão ateado fogos em Julho e Agosto, em Ribeira de Pena, no primeiro caso e em Agosto e Setembro, em Ansião, no segundo, pelo que a cada são atribuidos dois crimes distintos.

Após estas detenções, que aguardam ainda medidas de coação, sobre para 38 o número de indivíduos detidos pela PJ por crimes de incendarismo, 21 dos quais aguardam o julgamento em prisão preventiva.

Quando comparados com os números atribuidos a fogos de origem humana, mesmo reconhecendo que este é um crime de investigação extremamente difícil, as dezenas de detenções surgem como uma pequena percentagem, o que aponta ou para um crime sem castigo, ou para um franco exagero no número de ocorrências atribuidas a actos negligentes, que não deixam de ser crime, ou dolosos.
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