domingo, outubro 16, 2011

Em teste, uma réplica do Land Rover Phone - 4ª parte

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A bateria com o logo da Sonim pronta a ser colocada

Após o carregamento, o telemóvel liga, vendo-se o logotipo da Land Rover durante o arranque, e autentica-se na rede de GSM com rapidez, selecionando automaticamente uma das quatro frequências, 850, 900, 1800 e 1900 MHz disponíveis e que o torna universal, apresentando uma boa cobertura de rede.

No écran QVGA de 2.2", com 65.536 cores e uma resolução de 240 x 400 pixels, surge com nitidez a imagem de um Defender, que pode ser substituida por outra de um Range Rover ou um Freelander, também incluidas, ou por uma escolhida pelo utilizador e gravada no cartão micro SD ou enviada por mensagem.

O sistema de menus é fácil de utilizar e bem visível, recorrendo às teclas habituais, mas falta uma tecla de navegação mais eficaz, bem como atalhos mais acessíveis, o que, devido ao reduzido número de funções do telemóvel, não torna a utilização demasiado penosa.

Mais complexo é a configuração, que, para além do envio e recepção de chamadas e SMS, que no caso da TMN é automático, tem que ser efectuado manualmente, criando um perfil de comunicações para o acesso à Internet, via GPRS, e outro destinado ao envio e recepção de mensagens multimédia ou MMS.
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