Quarta-feira, Setembro 07, 2011

Táxistas querem manter transporte de doentes não urgentes - 1ª parte

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Um táxi em Portugal

A Federação Nacional do Táxi (FNT) está contra a entrega do transporte dos doentes não urgentes aos bombeiros, acusando o Governo de poder levar à falência milhares de taxistas que serão privados deste tipo de serviço.

Entre os doentes muitas vezes transportados por táxis encontram-se aqueles que precisam de tratamentos programados, como os que necessitam de hemodiálise ou quimioterapia e dispensam transporte urgente ou acamado.

Segundo a FNT, o transporte por táxi sai mais barato e oferece uma melhor qualidade de serviço do que o prestado pelos bombeiros, sobretudo quando estes utilizam ambulâncias de transporte de maiores dimensões, que recolhem e distribuem doentes por diversos locais, resultando num tempo de transporte muito longo.

Também a nível de preço, os taxistas alegam ter preços mais favoráveis do que os bombeiros, podendo provar o facto com orçamentos, pelo que também a nível financeiro esta seria a opção mais favorável para o Estado.

Telemóveis tipo Land Rover por 60 Euros

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Um telemóvel Land Rover

Os telefones da Land Rover, construidos pela Sonim, são conhecidos pela resistência e por suportarem situações extremas, podendo ser usados nas mais diversas actividades.

Na altura do seu lançamento, estes Sonim atingiam preços proibitivos, na ordem das centenas de Euros, colocando-os fora do alcance da maioria dos adeptos da marca, mas nos dias de hoje é possível adquirir réplicas no EBay por valores que rondam os 60 Euros, incluindo portes a partir da Ásia, podendo, no entanto, incorrer em direitos alfandegários.

Não nos vamos alongar na descrição deste equipamento, disponível nas cores negro, laranja e verde e compatível com as frequências GSM de 850, 900, 1800 e 1900 MHz, o que o torna utilizável em todo o Mundo, bastanto para tal ter contratualizado um serviço de "roaming" ou um SIM válido localmente, por as caraterísticas estarem disponíveis junto dos vendedores dos equipamentos no EBay.

Não tendo todas as funcionalidades dos modelos mais recentes, pelo baixo preço actual e elevada resistência, mesmo que um pouco inferior aos originais da Sonim, este é um modelo que se adequa a usos exigentes, como os praticantes de todo o terreno ou os participantes em operações de socorro, que terão interesse num telemóvel que resista ao pó, água ou sujidade.

Terça-feira, Setembro 06, 2011

Google concentra esforços no Plus

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Um écran do Google Plus

O Google decidiu concentrar o seu esforço de desenvolvimente e o ênfase comercial no Plus, a rede social com que pretende enfrentar o Facebook, pelo que irá integrar ou descontinuar diversos serviços ou produtos.

Assim, produtos como o "Fast Flip", o "Google Pack", o "Image Labeler", entre um total de uma dezena vão desaparecer do "Google Desktop", sendo as suas funcionalidades integradas no Plus, que passará a ser o foco central dos produtos do Google.

Esta integração visa, para além de tudo, aumentar a visibilidade e o uso do Plus, que tem tido uma aceitação inferior ao esperado, não obstante um conjunto de funcionalidades interessantes e, em muitos aspectos, de ser mais prático de utilizar que o Facebook.

Com esta estratégia e a versão para empresa, o Google espera que o Plus cresça rapidamente, sendo de recordar aos nossos leitores que aconselhamos a adesão, mesmo que por uma questão de conhecer esta plataforma, podendo-nos ser solicitados convites, caso disso necessitem.

Agosto atípico evita incêndios - 2ª parte

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Um incêndio florestal em Portugal

Naturalmente, poderá surgir uma leitura política, sendo o mais habitual escutar governantes a vangloriar-se dos bons resultados, quando na verdade estes se devem a factores que ninguém controla e dificilmente prevê, algo que se deve encarar com cautela, sobretudo quando desmentidos pelas evidências.

Acabou por ser o Agosto atípico a mais do que compensar a redução de meios aéreos, mas a projecção do que sucedeu em Julho transposta para um Agosto com características mais de acordo com a média dos anos anteriores podia ter resultado num ano particularmente difícil.

Assim, longe de se poderem extrair conclusões, nem cair numa falsa sensação de sucesso e de segurança, será de avaliar a resposta do dispositivo de 2011 nos períodos mais difíceis do mês de Julho e tentar, com as devidas limitações, extrapolar para o mês seguinte, caso este seguisse os padrões de anos anteriores, estudando neste modelo quais as possíveis consequências de uma redução de meios.

A opção economicista adoptada, que não teve consequências graves devido a factores exógenos completamente imprevisíveis, não se pode considerar uma aposta ganha, mas tão somente uma temeridade que, por mera sorte, não resultou numa tragédia, sendo este caminho de evitar nos anos que se seguem, independentemente da saúde financeira do País.

Segunda-feira, Setembro 05, 2011

Mozilla vai ter Firefox para "tablets"

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O Firefox num "tablet"

A Mozilla vai lançar uma nova versão do Firefox optimizada para "tablets", sucedendo à versão para telemóveis, mas aproveitando o maior écran e algumas das funcionalidades destes equipamentos em franca expansão no mercado.

O novo Firefox foi desenvolvido com base na plataforma Android 3.0, a que se espera ter uma maior quota de mercado no futuro próximo e apresenta diversas melhorias, como uma barra de ferramentas posicionada no topo, que permite um acesso rápido aos favoritos e ao histórico.

Para além da "Awesomebar", regressam os separadores, do lado esquerdo, algo inexistente na actual versão móvel do Firefox, facilitando assim a navegação num écran que surge como amplo e desimpedido.

Com o aumento de popularidade dos "tablets" e a rápida subida de quota do Android, será de esperar que, para além do Firefox, surjam cada vez mais "browsers" e outras aplicações para esta plataforma que tem uma cada vez maior popularidade a nível de dispositivos móveis.

Agosto atípico evita incêndios - 1ª parte

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Um incêndio florestal em Portugal

O mês de Agosto que agora terminou, com temperaturas comparativamente baixas, chuvas, por vezes intensas, e ausências das grandes massas de ar quente provenientes de Leste, foi dos mais tranquilos em termos de fogos florestais, com apenas 12.771 hectares de área ardida, muito inferior aos 99.580 de 2011.

Assim, até ao final de Agosto arderam 36.006 hectares, o que, comparado com igual período do ano passado, durante o qual arderam 125.225 hectares, resulta numa diminuição muito significativa segundo dados da Autoridade Florestal Nacional.

Também o número de ocorrências é muito inferior, com apenas 4.076 face a 8.949 registadas em 2011, ou seja, o caiu para menos de metade, sendo que a cada uma correspondeu, em média, uma área ardida muito menor.

A própria Liga dos Bombeiros Portugueses reconhece a importância da meteorologia na diminuição de área ardida, num ano em que o dispositivo teve menos meios, sobretudo a nível de meios aéreos, do que poderia ter resultado uma situação francamente complicada, de forma similar ao que se verificou nalguns dias do mês de Julho.

Domingo, Setembro 04, 2011

Rede de capot improvisada em Defender - 3ª parte

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Exemplo de ganchos de fixação para o interior do capot

O mesmo elástico, ou outro, podem também ser utilizados para prender as duas redes entre si, passando pelos ilhoses, mas em alternativa podem-se prender as redes usando fivelas de libertação rápida, o que implica modificações adicionais e diminui um pouco a extensão dos cabos.

Outra opção, um pouco mais dispendiosa e trabalhosa, mas com melhores resultados é adquirir um par de metros de faixa com 2 cm de largura e uma dezena de fechos de abertura rápida, no valor total de perto de uma meia dúzia de Euros.

Corta-se a faixa em extensões de 10 cm, passando pelo meio da presilha do fecho e cosem-se as extremidades no prolongamento de cada uma das faixas das duas redes, ao longo dos bordos que pretendemos unir.

Esta solução tem a vantagem de permitir separar as redes de forma muito mais rápida e apenas nos locais pretendidos, sem a necessidade de desapertar o elástico que as une em toda a sua extensão.

Sábado, Setembro 03, 2011

Rede de capot improvisada em Defender - 2ª parte

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Uma fivelas para prender as duas redes

Para além da rede e fixações, é ainda necessário um conjunto de ganchos que prendam as correias sob o capot, um elástico, semelhante aos usados para acondicionar carga, que fica em volta do conjunto e uma corda para prender as duas redes entre sí.

Existem vários métodos para unir as duas redes, mas um dos mais simples é simplesmente furar no cruzamento das tiras ao longo de uma extremidade e colocar um simples ilhós com furo interno de 5 mm, cuja ferramenta de aplicação pode ser adquirida por poucos Euros.

Pelos furos, depois de protegidos, faz-se depois passar um corda, ou mesmo um elástico, que vai unir as redes e permitirá a separação das mesmas sem a necessidade de alterar a restante configuração ou desmontar um componente.

Seguidamente, passamos o elástico pelas correias de fixação, junto da rede, o qual servirá para apertar todo o conjunto, envolvendo assim a carga transportada, e terminamos dando um simples nó direito, prendendo assim as pontas.

Sexta-feira, Setembro 02, 2011

Acesso móvel e periodicidade de publicação - 2ª parte

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Alguns prémios do "Kanguru"

Por outro lado, o tarifário da ZON surgia como demasiado adequado a uma utilização circunstancial, com poucas alternativas, dado que o centro do negócio da empresa é, efectivamente, o das comunicações fixas, onde são líderes de mercado, oferecendo soluções muito completas.

Neste caso, e porque a Optimus é especializada em comunicações móveis, seja de dados, seja de voz, que pelo seu formato digital acabam por ter um tratamento equivalente em muitos aspectos, a solução pela qual optamos corresponde ao pretendido, inclusivé a nível da facilidade de instalação, perfeitamente automatizada.

Também em termos de cobertura nas zonas que frequentamos, o "Kanguru" tem demonstrado corresponder ao esperado, estando no "site" da Optimus um mapa de cobertura detalhado, que permite verificar quais as velocidades permitidas em cada freguesia, sendo sempre de ter em conta que em zonas rurais podem-se verificar variações.

Esta é uma solução que recomendamos aos nossos leitores, desde que adequando o tarifário às respectivas necessidades, de modo a que não se verifique um pagamento excessivo pelo tráfego ou pela simples permanência "on-line", factores essenciais na viabilidade de qual tipo de conexão.

Miniatura do Fiat G 91 R4 da FAP

Image Hosted by ImageShack Uma miniatura do Fiat G 91 R4 da FAP

A primeira miniatura de uma nova colecção de aviões de comate, lançada pela Altaya / Planeta de Agostini, é o conhecido Fiat G 91 R4, utilizado pela Força Aérea Portuguesa ao longo de diversas décadas e que participou em acções durante a Guerra Colonial.

Esta miniatura, na popular escala 1/72, vem inteiramente pintada, decorada e quase completamente montada, bastando selecionar as peças do trem de aterragem, que pode estar recolhido, na posição de voo, ou extendido, caso se pretenda reproduzir o avião em terra.

O nível de pintura e acabamentos, com a decoração da esquadra "Jaguares", é de excelente nível, adequando-se ao período inicial de serviço dos Fiat, com a camuflagem alemã, que mais tarde seria substituída por um padrão verde e castanho que envolveria completamente a aeronave.

Apesar de raramente apresentarmos miniaturas, para além das que reproduzem modelos da Land Rover, o facto de este avião ser conhecido de muitos dos nossos leitores, sendo contemporâneo de muitos dos que fizerem serviço militar na FAP, justifica a sua menção, aconselhando-se a adquirí-lo rapidamente, dado que pelo preço de 2.99 Euros esgotará rapidamente.

Quinta-feira, Setembro 01, 2011

Acesso móvel e periodicidade de publicação - 1ª parte

Image Hosted by ImageShack Um écran do acesso à Internet

O facto de, por diversas razões termos necessitado de nos deslocar, tem implicado utilizar um acesso à Internet via 3G ou 3.5G, o que, apesar de velocidade e fiabilidade, tem menores possibilidades do que o acesso fixo e permanente que habitualmente utilizamos.

Resulta deste facto, alguma dificuldade acrescida em termos de elaboração e publicação de textos, pelo que em casos felizmente raros não foi possível publicar os dois textos diários habituais nos dias úteis, facto pelo qual apresentamos o nosso pedido de desculpas.

Temos optado, com base nas críticas de diversos orgãos especializados, por uma ligação móvel da Optimus, habitualmente conhecida como "Kanguru", que tem correspondido em termos funcionais às expectativas, mantendo uma ligação estável e, apesar de esta ser uma "pen" de 3.6 Mbps, com uma rapidez adequada.

Outra razão para optar por esta solução foi a compatibilidade com o Windows 7, algo que não sucedia com a antiga "pen" fornecida pela ZON, a qual obrigava e um longo processo de compatibilização e não oferecia o desempenho e a facilidade de uso que se exige neste tipo de equipamento.

Doentes pagam transporte gratuito - 2ª parte

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Uma ambulância dos bombeiros

Este último aspecto é, para nós, dos mais lamentáveis, dado que serão as populações de um Interior empobrecido, muitas vezes abandonado, onde existem cada vez menos infraestruturas, quem será mais penalizado, podendo mesmo vir a impossibilitar o acesso a tratamentos, algo que consideramos inaceitável.

Objectivamente, mesmo sabendo que os custos reais diferem, não parece justo que quem vive ou sobrevive numa zona remota, onde a existência de populações é essencial, se veja penalizado pelo preço do transporte de doentes, sobretudo quando foi o próprio Estado, ao encerrar unidades de saúde locais, que conduziram a esta situação.

Naturalmente, que não podem ser as corporações a suportar estes custos, menos ainda quando existe uma manifesta falta de racionalidade, numerosos abusos e uma falta de coordenação a nível de consultas, que poderia, por exemplo, permitir uma maior concentração de doentes num único transporte, para o que seria necessário um sistema que facilitasse esta opção.

Fora de questão, obviamente, está a possibilidade de fazer transitar encargos para os doentes, certos de que muitos interromperiam tratamentos devido a falta de disponibilidade financeira, com consequências imprevisíveis, mas que podem gravosas ou mesmo fatais, sobretudo quando se trate de doenças crónicas que obrigam a um controle periódico ou tratamentos prolongados, que não permitem interrupção.
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