Mesmo sabendo que o apelo e a fotografia já são conhecidas pela maioria dos nossos leitores, não quisemos deixar de nos solidarizarmos com os apelos da família e da Polícia Judicária no sentido de divulgar informações que possam contribuir para a localização da criança inglesa desaparecida a 03/05/2007, pelas 22:40 do Ocean Club, na Praia da Luz, em Lagos, local onde se encontrava de férias com os pais.
A desaparecida, Madeleine Beth McCann, é filha de Gerald Patrick McCann e Kate Marie Healy e nasceu no Reino Unido a 12/05/2003, fazendo 4 anos dentro de dias.
É uma criança do sexo femenino, com olhos azuis esverdeados com tonalidades de castanho na retina, cabelo castanho claro ou alourado e tem cerca de 90 cm de altura.
Qualquer informação deve ser comunicada preferencialmente para o seguinte endereço:
Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária
Rua Pé da Cruz, 2,
8500-640 Portimão
Telefone: 282 405 400
Fax: 282 412 763
e-mail: dic.portimão@pj.pt
Em alternativa, as informações poderão ser dadas para qualquer serviço de piquete da Polícia Judiciária.
Obviamente, não vamos comentar os esforços desenvolvidos pelas autoridades policiais envolvidas, bem como a metodologia ou os procedimentos adoptados durante as investigações numa altura em que estas necessitam, sobretudo, de apoio e solidariedade, mais do que de uma qualquer avaliação que, por se basear em dados parciais, nunca poderá ser objectiva.
Devemos, no entanto, mencionar a colaboração de habitantes da região, bem como de elementos das protecções civis, dos bombeiros e de todos quantos colaboram no esforço para localizar esta criança, num esforço de solidariedade que é de louvar.
Lembramos que existem cada vez mais estruturas e organizações, como o "Childoscope", e iniciativas, como o número único de apoio à criança 116 000, que segundo uma determinação comunitária deverá ser implementado pelos estados membros até ao final de Agosto, que devem ser do conhecimento de todos e utilizados sempre que haja suspeitas da existência de qualquer criança em risco.
Sem entrar em exageros securitários, que poderão ter efeitos contraproducentes no desenvolvimento de crianças que necessitam do seu espaço próprio para crescerem, queremos lembrar que existem localizadores pessoais, a preços cada vez mais acessíveis, e que será de equacionar esta opção em comparação com os mais tradicionais telemóveis que hoje são oferecidos mesmo aos mais novos.
Um localizador pessoal, mesmo que não possa ser acedido, desde que seja conservado ligado fornece informações posicionais precisas e permite localizar com rapidez quem o transporte, sendo um dos instrumentos mais eficazes para recuperar alguém desaparecido.
Quando usados com bom senso e adequação a cada situação e caso específico, os recursos tecnológicos actualmente existentes podem dar um contributo importante na prevenção ou resolução de situações de desaparecimento, mas nunca poderão ser um substituto para a prudência e a atenção que é dever de todos transmitir aos mais novos.
quarta-feira, maio 09, 2007
Candeeiro com detector de movimentos

Candeeiro com detector de movimentos
Já abordamos diversos programas que, associados a uma "webcam", detectam movimento através da comparação de imagens sucessivas e as gravam num dispositivo de armazenamento ou as enviam via Internet.
No entanto, em condições de baixa luminosidade, as "webcam" necessitam de um sistema de iluminação própria, que as torna fáceis de detectar, ou tendem a ser ineficazes, gravando imagens sem a qualidade necessária para a sua utilização posterior.
Um candeeiro com um sistema de detecção de movimentos poderá permitir a uma câmara sem iluminação, e portanto dificilmente identificável, gravar imagens de qualidade, sem atrair a atenção sobre a "webcam".
O candeiro que aqui colocamos como exemplo pode ser adquirido por 24.99 euros no Dmail, mas existe noutras lojas, e permite configurar a intensidade da luz e o período de tempo em que esta está aceso através da rotação de dois butões colocados na parte inferior.
Para além de um conjunto de aplicações que permitem poupar energia, este é um equipamento que, por experiência própria, aconselhamos a ter em conta.
terça-feira, maio 08, 2007
Placa WiFi D-Link DWL G520+ - 2ª parte
No caso dos portáteis, a opção foi para a DWL-G650, instalada num "slot" ou ranhura PCMCIA, enquanto nos "desktop", foi selecionada a DWL-G520 que ocupa um "slot" PCI de 32 bits e obriga a abrir a caixa do computador para efeitos de instalação.
Para além dos motivos previamente apontados, as placas da família G510 e G520+ começam a aparecer no EBay alemão a preços francamente convidativos, por vezes abaixo da dezena de euros, acabando por se constituirem como propostas tentadoras quando comparadas com modelos vendidos em Portugal por preços superiores e, por vezes, oriundas de marcas desconhecidas.
No entanto, para além da necessidade de abrir a caixa, a instalação da placa PCI é fácil, requerendo apenas alguns cuidados sobretudo quando, como no nosso caso, envolvesse um processo de substituição.
Assim, em primeiro lugar corremos o "software" de instalação, de modo a que o "driver" estivesse acessível quando a placa fosse detectada pelo sistema operativo Windows XP e, através do gestor de dispositivos, apagamos o controlador da 3Com 3C905B que estava instalada.
Seguidamente, com o equipamento desligado da corrente, procedemos à troca das placas de rede, instalando a DWL-G520 no mesmo "slot" ou ranhura onde previamente se encontrava a 3Com, verificando se esta se encontrava correctamente inserida e aparafusando-a de modo a que não se movesse.
Após este passo e colocada a antena externa, pode-se ligar o equipamento, sendo a placa reconhecida e configurada automaticamente pelo Windows XP, pelo que o utilizador apenas tem que fornecer um pequeno conjunto de dados necessários a que esta possa conectar-se ao "router" Di-624 do mesmo fabricante.
Lembramos que a este "router" está ligada uma antena de 18 dbi que permite um sinal de bom nível em todos os locais onde as ligações "wireless" são utilizadas, facto verificável através de um detector, evitando assim a quebra de sessões.
Para além dos motivos previamente apontados, as placas da família G510 e G520+ começam a aparecer no EBay alemão a preços francamente convidativos, por vezes abaixo da dezena de euros, acabando por se constituirem como propostas tentadoras quando comparadas com modelos vendidos em Portugal por preços superiores e, por vezes, oriundas de marcas desconhecidas.
No entanto, para além da necessidade de abrir a caixa, a instalação da placa PCI é fácil, requerendo apenas alguns cuidados sobretudo quando, como no nosso caso, envolvesse um processo de substituição.
Assim, em primeiro lugar corremos o "software" de instalação, de modo a que o "driver" estivesse acessível quando a placa fosse detectada pelo sistema operativo Windows XP e, através do gestor de dispositivos, apagamos o controlador da 3Com 3C905B que estava instalada.
Seguidamente, com o equipamento desligado da corrente, procedemos à troca das placas de rede, instalando a DWL-G520 no mesmo "slot" ou ranhura onde previamente se encontrava a 3Com, verificando se esta se encontrava correctamente inserida e aparafusando-a de modo a que não se movesse.
Após este passo e colocada a antena externa, pode-se ligar o equipamento, sendo a placa reconhecida e configurada automaticamente pelo Windows XP, pelo que o utilizador apenas tem que fornecer um pequeno conjunto de dados necessários a que esta possa conectar-se ao "router" Di-624 do mesmo fabricante.
Lembramos que a este "router" está ligada uma antena de 18 dbi que permite um sinal de bom nível em todos os locais onde as ligações "wireless" são utilizadas, facto verificável através de um detector, evitando assim a quebra de sessões.
Maior rigor no controle das importações

Há volumes incompatíveis com uso particular
Tal medida foi interpretada como uma maior exigência em termos de formalidades, do que poderão resultar pagamentos de direitos aduaneiros mais frequentes, mas, efectivamente, insere-se numa medida de combate à economia paralela previamente anunciada pelo Ministério das Finanças.
No início do ano, foi anunciado que seriam controladas as importações realizadas via Internet pelos vários contribuintes, de modo a ser constituido um registo que permita avaliar os montantes envolvidos de modo a estabelecer, com base em indícios, o fim a que se destinam.
Esta determinação deriva, essencialmente, do facto de muitas destas importações, nomeadamente as de maior volume, importância e frequência, indiciarem a existência de um negócio e não serem, segundo os parâmetros actualmente defenidos, compatíveis com uma simples utilização particular.
Logicamente, poderá haver descrepâncias ou diferentes interpretações, mas será expectável que um particular que importe vários equipamentos idênticos, eventualmente relacionados com a mesma área de actividade, pretenda negociá-los e não, simplesmente, ficar com eles.
Em termos de empresas a operar num dado ramo que não o de revenda, será admissível que a aquisição de um conjunto de bens relacionados com a actividade se destinem a uso próprio, sendo tal tido em conta, mas a sua posse porderá ser averiguada.
A quantificação das importações por contribuinte visa, portanto, determinar se estes se dedicam a uma actividade económica paralela, infringindo a legislação em vigor e concorrendo de forma desleal com que assuma todas as suas obrigações fiscais e que, naturalmente, ficará em franca desvantagem.
Pelo que apuramos, serão utilizados métodos indiciários que, atingindo determinados níveis, darão um alarme do que pode vir a resultar uma investigação que apure o real destino dos bens adquiridos, verificando se estes se destinam a uso próprio ou a uma actividade não declarada que possa ser lesiva para o Estado ou para o tecido empresarial.
Para quem, como nós, adquire esporadicamente equipamentos no EBay, como alternativa ao comércio convencional, e os coloca e mantém em uso, esta medida acaba apenas por se traduzir num eventual controle adicional, com implicações meramente secundárias a nível burocrático ou administrativo que, obviamente, poderão implicar algumas explicações.
Assim, quem adquira bens, mesmo em quantidades, e os conserve, dificilmente terá problemas que ultrapassem a necessidade de prestar alguns esclarecimentos, mas quem recorrer à Internet como fonte abastecedora de uma actividade não declarada, poderá ser confrontado com algumas questões de difícil resposta e, eventualmente, com um processo nos tribunais.
segunda-feira, maio 07, 2007
Daimler-Chrysler apresenta jogo sobre os perigos na estrada
A marca de veículos Daimler-Chrysler desenvolveu um jogo "on-line" com o intuito de alertar adolescentes e jovens para os perigos da circulação rodoviária.
Esta iniciativa faz parte do programa "Road Ready Teens" e tem como propósito demonstrar aos jogadores quais as consequências de um comportamento menos adequado ou de uma condução perigosa quando se conduz um veículo.
Para além do jogo StreetWise Version 2.0, a Daimler-Chrysler também disponibiliza um guia, sobretudo dedicado a pais e educadores, de modo a que estes possam contribuir para uma condução mais segura dos seus educandos.
Deixamos aqui esta sugestão, destinada sobretudo a quem tem responsabilidades na educação dos futuros condutores e que poderá encontrar aqui um instrumento de formação interactivo.
Esta iniciativa faz parte do programa "Road Ready Teens" e tem como propósito demonstrar aos jogadores quais as consequências de um comportamento menos adequado ou de uma condução perigosa quando se conduz um veículo.
Para além do jogo StreetWise Version 2.0, a Daimler-Chrysler também disponibiliza um guia, sobretudo dedicado a pais e educadores, de modo a que estes possam contribuir para uma condução mais segura dos seus educandos.
Deixamos aqui esta sugestão, destinada sobretudo a quem tem responsabilidades na educação dos futuros condutores e que poderá encontrar aqui um instrumento de formação interactivo.
Controle de múltiplas câmaras: Cerberus 3.1
Para quem necessite de controlar diversas câmaras, o Cerberus é um programa a ter em conta dadas as suas múltiplas capacidades de configuração e a capacidade de controlar até 10 câmaras em simultâneo.
Tem ainda a possibilidade de colocar as imagens capturadas por cada câmara individual numa localização separada local, como um servidor de rede ou uma Intranet, ou remota, que pode ser um servidor de Internet ou de FTP.
Este "software" tem múltiplas aplicações, mas destina-se sobretudo a funções de vigilância, permitindo controlar e armazenar diversas câmaras a partir de um único computador.
Entre as características principais, incluem-se:
Suporte para inglês, francês, português e filandês.
Armazenamento em locais separados das imagens capturadas pelas diversas câmaras.
Configuração individual da dimensão de imagem e intervalo de tempo para cada câmara.
Controla até 10 câmaras em simultâneo.
Configuração individual da imagem gravada para cada câmara.
Opção de activar câmaras a uma dada hora.
Visualizador de imagens incluido no próprio "software".
Conectividade via Telnet.
Modo de rotação das diversas câmaras.
Captura activada por movimento.
Adição de gráficos nas imagens gravadas.
Écran de controle tipo XP.
O Cerberus pode ser instalado num computador pessoal comum, a correr um sistema operativo Windows, e com portas de ligação USB para as diversas câmaras que aconselhamos sejam idênticas, e modo a evitar complicações de as configurar individualmente e de carregar em memória múltiplos "drivers".
Para situações mais complexas, dois modelos de câmara, um deles adequado a obter imagens noturnas e uma ou duas placas com 4 portas USB instaladas num PC, podem constituir um sistema económico mas potente de gravação de imagens, eventualmente potenciado por uma ligação à Internet que permita o envio imediato dos resultados e o seu acesso remoto.
Lembramos que quanto mais câmaras e maior a resolução destas, maior capacidade de processamento e armazenamento é necessário, pelo que o velho PC que já pouca utilidade tem pode servir como base a um sistema com um par de câmaras, mas para um sistema complexo poderá ser insuficiente e originar problemas a vários níveis.
Sendo gratuito, este é um programa que deve ser mantido em reserva mesmo por quem, actualmente, não tenha necessidade de o utilizar, sobretudo se tivermos em conta todas as potencialidades que encerra.
Tem ainda a possibilidade de colocar as imagens capturadas por cada câmara individual numa localização separada local, como um servidor de rede ou uma Intranet, ou remota, que pode ser um servidor de Internet ou de FTP.
Este "software" tem múltiplas aplicações, mas destina-se sobretudo a funções de vigilância, permitindo controlar e armazenar diversas câmaras a partir de um único computador.
Entre as características principais, incluem-se:
Suporte para inglês, francês, português e filandês.
Armazenamento em locais separados das imagens capturadas pelas diversas câmaras.
Configuração individual da dimensão de imagem e intervalo de tempo para cada câmara.
Controla até 10 câmaras em simultâneo.
Configuração individual da imagem gravada para cada câmara.
Opção de activar câmaras a uma dada hora.
Visualizador de imagens incluido no próprio "software".
Conectividade via Telnet.
Modo de rotação das diversas câmaras.
Captura activada por movimento.
Adição de gráficos nas imagens gravadas.
Écran de controle tipo XP.
O Cerberus pode ser instalado num computador pessoal comum, a correr um sistema operativo Windows, e com portas de ligação USB para as diversas câmaras que aconselhamos sejam idênticas, e modo a evitar complicações de as configurar individualmente e de carregar em memória múltiplos "drivers".
Para situações mais complexas, dois modelos de câmara, um deles adequado a obter imagens noturnas e uma ou duas placas com 4 portas USB instaladas num PC, podem constituir um sistema económico mas potente de gravação de imagens, eventualmente potenciado por uma ligação à Internet que permita o envio imediato dos resultados e o seu acesso remoto.
Lembramos que quanto mais câmaras e maior a resolução destas, maior capacidade de processamento e armazenamento é necessário, pelo que o velho PC que já pouca utilidade tem pode servir como base a um sistema com um par de câmaras, mas para um sistema complexo poderá ser insuficiente e originar problemas a vários níveis.
Sendo gratuito, este é um programa que deve ser mantido em reserva mesmo por quem, actualmente, não tenha necessidade de o utilizar, sobretudo se tivermos em conta todas as potencialidades que encerra.
domingo, maio 06, 2007
Falta uma semana para o Portugal de lés a lés ecológico 2007

Comparação de emissões de escape de gasóleo e biodiesel
As vinte vagas de inscrição gratuitas já se encontram esgotadas, mas a organização admite mais oito veículos participantes que terão que suportar os custos de participação nesta inciativa.
Para o reabastecimento ao longo do percurso, existem pontos de apoio de modo a que os participantes possam reabastecer os seus veículos com combustíveis alternativos.
O chamado "óleo directo" tem um valor calórico semelhante ao gasóleo, pelo que não afecta o rendimento do automóvel, e pode ficar bastante mais barato, dado que adquirido em supermercados, o preço tende a ficar abaixo dos 75 cêntimos por litro.
No entanto, são muitos os utilizadores que recorrem a óleos usados que lhes são oferecidos por restaurantes e particulares e que são filtrados de modo a eliminar impurezas.
Relativamente ao motores a gasolina, a dificuldade legal no acesso ao bioetanol, à base de álcool etílico, levou a que não haja participantes que recorrem a este combustível alternativo muito utilizado no Brasil.
As restrições à venda de álcool etílico, que apenas se comercializa em pequenas embalagens para fins medicinais, deve-se à possiilidade da sua incorporação no vinho, evitando assim uma falsificação particularmente fácil de realizar, mas compromete a sua utilização como combustível alternativo.
Esta é uma iniciativa que merece ser acompanhada e divulgada, dado abrir novas perspectivas sobre o uso de fontes de energia alternativas, mais limpas e ecológicas, mas também mais disponíveis e virtualmente inesgotáveis, esperando que rapidamente exista uma legislação mais flexível e pontos de abastecimento em número suficiente de modo a garantir a sua viabilidade.
Por outro lado, esta iniciativa vem afastar alguns mitos e combater posições fundamentalistas que em nada defendem o ambiente nem contribuem para o progresso económico.
Um convite ao poder político, no sentido de acompanhar esta iniciativa, seria, eventualmente uma forma de sensibilização para que fossem adoptadas as medidas necessárias à divulgação destes novos combustíveis e se revisse a legislação demasiado restritiva que condiciona a venda do álcool etílico, abrindo assim portas a mais uma alternativa aos cada vez mais caros e poluentes combustíveis fósseis.
Entretanto, agradecemos a quem possa divulgar esta iniciativa e sensibilizar quem possa contribuir para a revisão da legislação em vigor e no estabelecimento de redes de abastecimento, indispensáveis para que os novos combustíveis tenham uma aceitação generalizada.
sábado, maio 05, 2007
Pilotos do Exército vão combater fogos durante três anos

Kamov Ka32 durante um exercício
Na próxima segunda feira, os pilotos oriundos da Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE) vão começar a ter formação na área da protecção civil, com particular incidência no combate a incêndios florestais utilizando os recém adquiridos helicópteros Kamov Ka-32.
Esta decisão já foi comunicada aos militares da UALE, que ficarão dependentes do MAI via Empresa de Meios Aéreos (EMA), recentemente criada para gerir a frota de meios aéreos do Estado.
O protocolo de cedência está em preparação no Estado-Maior do Exército, após longa demora, prevendo que os pilotos estejam durante três anos ao serviço do MAI, sendo que tal pode, na prática, inviabilizar a reactivação da UALE durante este período.
Tal como foi previamente mencionado, a responsabilidade da formação cabe à empresa vencedora do concurso de fornecimento de helicópteros, neste caso a Heliportugal, que fornecerá um total de seis Kamov Ka-32 e quatro Eurocopter AS-350 B3.
Este ano para completar a equipa de pilotos a constituir pela EMA, haverá um reforço de doze pilotos russos com experiência nos Ka-32 e no combate aos fogos aos comandos deste modelo que apresenta diversas particularidades quando comparado com outros helicópteros da mesma classe.
Futuramente, o MAI pretende formar elementos da Guarda Nacional Republicana em funções de chefia e coordenação, sendo que o prazo para obter as necessárias qualificações e experiência se estima em, pelo menos, sete anos.
Já nos pronunciamos relativamente ao recurso a pilotos militares no combate aos incêndios, mas devemos acrescentar que o prazo de cedência por três anos pode, efectivamente, vir a por um ponto final na curta vida da UALE, sobretudo se ao longo período sem pilotos adicionarmos os problemas nas comparticipações portuguesas no projecto do NH-90.
Assim, sem pilotos e, possivelmente, sem helicópteros, a UALE poderá vir a ser extinta sem nunca ter alcançado o estatuto de unidade operacional, no que seria uma situação lamentável dada a necessidade que o Exército tem de meios aéreos ligeiros autónomos.
A opção por recorrer aos pilotos militares, mesmo que tentadora, deverá ser equacionada com o máximo cuidado, seja do ponto de vista operacional, seja político, pelos riscos que encerra e pelas consequências directas no futuro da UALE que pode, assim, ver determinado o seu fim.
sexta-feira, maio 04, 2007
Placa WiFi D-Link DWL G520+ - 1ª parte
Neste últimos dias, em virtude de algumas modificações na rede interna que usamos, temos vindo a publicar um conjunto de textos sobre as redes sem fios, tendo abordado desde antenas a "routers", passando por sistemas de detecção de sinal.
Faltava, no entanto, um dos componentes essenciais, concretamente as placas de rede utilizadas nos equipamentos individuais que irão aceder ao "router" que serve de base ao sistema de comunicações.
Para além dos equipamentos ligados por cabo através de placas de rede incluidas de fábrica, o facto de utilizarmos um "router" D-Link Di-624, que para além dos protocolos "standard" IEEE 802.11b/g, permite duplicar a velocidade deste último através de um algoritmo de compressão próprio, levou-nos a escolher placas do mesmo fabricante.
Desta forma, para além dos 11 e 54 Mbits, existe a possibilidade de, para curtas distâncias e boas condições de sinal, selecionar os 108 Mbits, algo que só aconselhamos para operações específicas que impliquem transferências de grandes volumes de informação, dado que, para acessos à Internet, por exemplo, o estrangulamento que determina o fluxo de dados real se encontra nas ligações exteriores.
As placas em uso apresentam formatos diferentes, dado serem instaladas em portáteis e computadores convencionais, mas possuem características idênticas em termos de funcionamento e de "performances", com pequenos pormenores a nível do sistema de antena exterior.
Faltava, no entanto, um dos componentes essenciais, concretamente as placas de rede utilizadas nos equipamentos individuais que irão aceder ao "router" que serve de base ao sistema de comunicações.
Para além dos equipamentos ligados por cabo através de placas de rede incluidas de fábrica, o facto de utilizarmos um "router" D-Link Di-624, que para além dos protocolos "standard" IEEE 802.11b/g, permite duplicar a velocidade deste último através de um algoritmo de compressão próprio, levou-nos a escolher placas do mesmo fabricante.
Desta forma, para além dos 11 e 54 Mbits, existe a possibilidade de, para curtas distâncias e boas condições de sinal, selecionar os 108 Mbits, algo que só aconselhamos para operações específicas que impliquem transferências de grandes volumes de informação, dado que, para acessos à Internet, por exemplo, o estrangulamento que determina o fluxo de dados real se encontra nas ligações exteriores.
As placas em uso apresentam formatos diferentes, dado serem instaladas em portáteis e computadores convencionais, mas possuem características idênticas em termos de funcionamento e de "performances", com pequenos pormenores a nível do sistema de antena exterior.
Presidente do INEM sugere a extinção do Instituto
Todos os dias nos deparamos com situações inesperadas, quase todas elas destinadas a poupar algum dinheiro, mesmo que com isso se coloque em risco as populações, sobretudo nas áreas do Interior, onde já quase nada subsiste.
Foi, portanto, sem grande surpresa, que soubemos que o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) defende a extinção do organismo que dirige, passando as competências para as unidades hospitalares.
Luís Cunha Ribeiro fez esta declaração durante o encontro sobre "cooperação na rede de urgências hospitalares" organizado pelo Hospital do Futuro, adiantando que "o hospital não deve estar fechado entre quatro paredes, mas sim organizar a sua actividade pré-hospitalar, buscar o doente grave e estabilizá-lo".
Após os cortes nas despesas do Estado com a saúde, com o fecho de unidades de serviço permanente ou a diminuição do número de tripulantes das ambulâncias, era de supor que algo de mais grave se seguisse, sobretudo agora após a abertura à iniciativa privada.
Já suspeitavamos que grande parte das medidas propostas se destinassem a transferir a actividade do socorro para particulares, criando condições para que estas sejam rentáveis através da diminuição dos custos de exploração, pelo que a proposta ou sugestão de extinguir o INEM parece enquadrar-se nesta política.
Logicamente, não foi o ministro da Saúde que avançou com a ideia, dados os custos políticos inerentes, mas ninguém de boa fé duvida que está por detrás de uma sugestão que segue a linha de orientações que tem dado ao sector e que, basicamente, se destinam a poupar a todo o custo, mesmo que para tal se sacrifiquem algumas vidas humanas.
Num sistema político em que os decisores não são julgados criminalmente pelas suas opções, sai mais barato ao Estado indmenizar algumas famílias do que manter um sistema de socorro que, cada vez mais, se destina a quem não tem recursos para aceder a meios e equipamentos particulares.
Talvez uma responsabilização diferente, civil e criminal, da nossa classe política resultasse em opções mais humanas e justas, mas sendo os próprios que aprovam as leis que os protegem, duvidamos que tal venha alguma vez a acontecer.
Entretanto, o risco de maiores dificuldades no socorro das populações tem tendência para aumentar caso uma estrutura profissional e com a reconhecida competência e experiência do INEM deixe de existir, com a transferência das suas responsabilidades para entidades heterogéneas e cujas capacidades são, actualmente, desconhecidas.
Foi, portanto, sem grande surpresa, que soubemos que o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) defende a extinção do organismo que dirige, passando as competências para as unidades hospitalares.
Luís Cunha Ribeiro fez esta declaração durante o encontro sobre "cooperação na rede de urgências hospitalares" organizado pelo Hospital do Futuro, adiantando que "o hospital não deve estar fechado entre quatro paredes, mas sim organizar a sua actividade pré-hospitalar, buscar o doente grave e estabilizá-lo".
Após os cortes nas despesas do Estado com a saúde, com o fecho de unidades de serviço permanente ou a diminuição do número de tripulantes das ambulâncias, era de supor que algo de mais grave se seguisse, sobretudo agora após a abertura à iniciativa privada.
Já suspeitavamos que grande parte das medidas propostas se destinassem a transferir a actividade do socorro para particulares, criando condições para que estas sejam rentáveis através da diminuição dos custos de exploração, pelo que a proposta ou sugestão de extinguir o INEM parece enquadrar-se nesta política.
Logicamente, não foi o ministro da Saúde que avançou com a ideia, dados os custos políticos inerentes, mas ninguém de boa fé duvida que está por detrás de uma sugestão que segue a linha de orientações que tem dado ao sector e que, basicamente, se destinam a poupar a todo o custo, mesmo que para tal se sacrifiquem algumas vidas humanas.
Num sistema político em que os decisores não são julgados criminalmente pelas suas opções, sai mais barato ao Estado indmenizar algumas famílias do que manter um sistema de socorro que, cada vez mais, se destina a quem não tem recursos para aceder a meios e equipamentos particulares.
Talvez uma responsabilização diferente, civil e criminal, da nossa classe política resultasse em opções mais humanas e justas, mas sendo os próprios que aprovam as leis que os protegem, duvidamos que tal venha alguma vez a acontecer.
Entretanto, o risco de maiores dificuldades no socorro das populações tem tendência para aumentar caso uma estrutura profissional e com a reconhecida competência e experiência do INEM deixe de existir, com a transferência das suas responsabilidades para entidades heterogéneas e cujas capacidades são, actualmente, desconhecidas.
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